Assassin´s Creed Rogue – O Outro Lado da Moeda


Eu acabei de jogar um dos jogos que mais sentia falta de ter jogado da geração passada: Assassin´s Creed Rogue. Sim, como já falei algumas vezes nos NNCs, eu cheguei tarde nos consoles e muitos jogos eu não joguei, mas a série do Credo dos Assassinos eu tenho toda na estante e na lista dos digitais, mas, no momento que estava pra comprar meu X1, eu optei de não comprar jogos do X360, pelo simples motivo de não alterar a poupança do X1… Dinheiro é algo mais difícil de encontrar do que Assassino escondido em moita.

Minha Opinião Sem Spoiler

Este jogo é situado entre o Assassin’s Creed Black Flag e Assassin’s Creed III, com uma influência no Unity (ordem cronológica), primeiro jogo da série lançado para o X1, as colônias estão em conflito na Guerra dos Sete Anos, um grande conflito internacional do meio do século XVIII. Shay Patrick Cormac é um novo membro da Credo e ainda tem muitas dúvidas sobre o que deve ou não fazer em nome dos seus mestres assassinos.

Por causa desse conflito, ele se vira contra os assassinos logo no início da trama. Ah tá, vai me dizer que você nem leu a sinopse do jogo na caixa ou em outro lugar nesse tempo todo? Eu até acho que ele tem uma certa razão ao questionar o uso dos Artefatos Precursores, por quem quer que seja, afinal são armas poderosas demais, como vimos em outros momentos da série.

Após a mudança de lado de Shay, a narrativa começa a esbarrar em personagens que aparecem nos jogos da série que falei acima, com participações de elementos e personagens históricos, inéditos e que já haviam participado da série anteriormente, mas o desejo de vingança de Shay é mais forte do que seu senso de dever, para qualquer uma das irmandades da série.

O jogo se passa ao norte do continente Americano, onde podemos ver e caçar alguns dos animais dessa região, como lobos, ursos brancos, orcas e narvais. Durante os dias que joguei, uma aparição me deixou intrigado. “O quê aqueles pinguins estão fazendo ali?”, porém com um pouco de pesquisa descobri se tratarem de alcas-gigantes, bastante parecidos, porém atualmente extintos. A caça de animais, a manufatura de itens e a melhoria do seu navio, assim como as missões de frota também estão no jogo.

As três regiões do jogo são bem extensas e com dificuldades diferentes, o que proporciona umas boas horas de exploração e de combates navais. Ainda não peguei todos os coletáveis, nem mesmo visitei todos os lugares, mas terminei a história e o final me deixou muito contente, com um toque tipo Chris Claremont na grande fase dos X-Men!

O jogo tem alguns bugs, mas nada que seja contra o jogabilidade. Eu continuo dizendo: “Faça um mundo aberto tão grande quanto e tente testar todas as possibilidades no cenário!” sempre haverá um glitch aqui e ali. Mas nada que uma viagem rápida não resolva.

Agora, fico na espera do Assassin’s Creed Origins, que já está comprado só esperando o dia do download. Ainda bem que não deve ter piratas cantores. “Cala a Boca! Eu quero navegar em silêncio!!”

 

Serviço: Playlist de gameplay do nosso canal no Youtube e Wiki da Guerra dos Sete Anos

 

 

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Eduardo "Sgt Rock 1967" Rocha é o idealizador do Nós Nerds! Técnico em informática e gamer inveterado e veterano.