Forza Motorsport em Minha Vida


Simuladores não são unanimidade em meio aos jogadores. Apesar do gênero “corrida” ser. Repare que, sempre em lançamentos de console, há um título de corridas. É um gênero que tem público… E dentro desse público você tem os simuladores.

Só a palavra “simuladores” já gera discussão dentro do gênero. Até onde é considerado simulador? Ou melhor, a partir de onde?

Em meio á essas discussões (sadias) e fatos das indústrias, temos jogos que se consagraram “simuladores de consoles”. Repararam o uso das aspas? Pois é, até mesmo esse termo gera discussões fóruns afora. Você já deve ter ouvido falar do um dos mais antigos deles, o Gran Turismo.

Esse que teve seu reinado absoluto na era Playstation1, com Gran Turismo 1 e Gran Turismo 2. Enquanto todos buscavam uma liberdade e todos os absurdos possíveis, a produtora de Gran Turismo, a Polyphony Digital, ia à contramão, lançando seus jogos cada vez mais sérios, voltados para um público mais “sério”. E não havia concorrentes. O reinado era absoluto.

Até que em 03 de Maio de 2005, foi lançado ForzaMotorsport, para Xbox. O reinado de Gran Turismo começava a ruir. Era um game simples, mas com muitas promessas, e a principal era de entregar o desafio das pistas para o controle do seu videogame. O game foi um sucesso, alcançando notas altíssimas em inúmeros reviews.

A sua continuação era mais do que certa. A Turn10, contente com os resultados da parceria com a Microsoft, lançaria seu novo jogo para o próximo grande console da Microsoft, o incrível Xbox 360. Forza Motorsport 2 foi o meu primeiro contato com a franquia. Até então, eu só havia jogado seu maior rival, o Gran Turismo.

Pouquíssimo tempo se passou desde que tive meu primeiro contato com Forza Motorsport2, pouco o suficiente pra não termina-lo, a Turn10 lançou Forza Motorsport 3. O salto gráfico e qualidade das pistas eram de cair o queixo. Logo, abandonei o Forza Motorsport2, sendo esse o único de todos que joguei e não completei o campeonato principal.

Forza Motorsport3 era tão belo, que os meus olhos brilhavam. Eu sou apaixonado pela franquia, caso ainda não percebeu. O meu espanto só foi superado na passagem de gerações, do Xbox 360 para o Xbox One, pra que você tenha uma idéia. Joguei e me diverti, muito. A Turn10 continua seus passos e lança Forza Motorsport4. Mais uma vez, um jogo lindo, mais uma vez paisagens belíssimas e agora, cada vez mais ajuste fino para os carros. Se você tem sangue de mecânico, você está em casa.

E com ForzaMotorsport4, eu fui apresentado primeira vez as corridas em clubes. Como são os clãs, em jogos de tiro. Confesso que a experiência não foi lá das melhores. Os jogadores ao invés de se ajudarem, se colocavam acima do restante. E não passavam dicas de nada. Foi um tanto frustrante essa parte, desanimei mesmo de correr “Forza” no competitivo. Eu aprendia mais macetes jogando com amigos em lobbys públicos que jogando com o pessoal do clube. Quer saber? Vão à merda! Saí do clube. Corri mais algumas vezes com amigos, mas meus olhos estavam voltando para a máquina Xbox One.

Forza Motorsport 5 dava um show em gráficos. Paisagens belíssimas da cidade de Praga, com os deliciosos contornos da McLaren P1. Eu precisava desse jogo… Mas antes eu precisava do console.

Após alguns meses de economias, pude ter o meu console com o jogo que aguardava por dias horas e minutos. Forza Motorsport 5 tinha uma tela de menu incrível, a câmera bailava em volta do carro, com os gráficos atuais, dando a idéia de que era você mesmo ali passeando ao redor do carro. Apesar de o jogo ter poucos carros e pistas no lançamento (algo que se mostrou culpa do lançamento do jogo ter de coincidir com o console) foi uma surpresa muito grande pra mim.

É um game grande, com centenas de corridas e desafios, com alguns dos carros mais icônicos do planeta. A Ferrari La Ferrari é de arrancar suspiros. Seja pelas belas curvas (design) ou pelas curvas agressivas (pista), se é que você me entende. Este game tem até, na minha opinião, a conquista  mais difícil que já pude ver em algum Forza Motorsport, a “CaliforniaDrifter”. Consiste em fazer 15 mil pontos de drift em uma única volta no circuito fechado de Long Beach, acredite, é difícil.

E chegamos ao último game da franquia Forza Motorsport, o numero “6” desta lista. Com a apresentação da primeira pista no Brasil, o fictício circuito do Rio marca presença sendo a primeira corrida do game. Você é logo de cara jogado ao volante do novíssimo Ford GT, que ainda estava na fase protótipo e ostenta o modelo ano 2017.

Forza Motorsport6 evoluiu muito em relação ao anterior. Os gráficos continuam belíssimos, a jogabilidade cada vez mais fina e eu cada vez mais apaixonado pela franquia. De todos os que joguei, Forza 6 é o que mais me traz saudade. Não sei dizer se pela infindável quantidade de carros ou pelas variadas e belíssimas pistas.

O jogo tem todo seu primor. Lógico que posso dizer sobre pontos a melhorar, mas esse não é o caso. Estamos caminhando para mais uma E3 e com ele a promessa de mais um jogão da Turn10. Forza Motorsport é pra mim uma franquia que eu tenho orgulho de dizer que completei. Fiz todas as conquistas, todas as corridas, tantos carros…

“Mas você fez todas aquelas corridas?”, Sim!

“Mas são centenas de horas, centenas de corridas, centenas de desafios! “ Sim, Sim e Sim!

Com a chegada de um novo game da franquia, pra muitos amigos meus soa como “Ah, outro Forza?”

Para mim soa como “Meu Deus, eu não vejo a hora” #VemEmMimForza7

 

 

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Marcelo “Vingador Brambz” Brambilla é Gamer de Corridas, amante de carros e velocidade não perde a oportunidade de fazer um racha com a galera. Autor do Nós Nerds e colaborador ativo no Xbox Mil Grau.