Mad Max – Além da Cúpula do Game Pass


Para quem ainda não sabe, eu sou da época que o Mel Gibson era bem quisto em todos os meios, e do tempo em que ele enfrentou, em três longas, Mad Max, Mad Max 2 e Mad Max – Além da Cúpula da Trovão (este com a participação da Tina Turner), as aventuras e desventuras no papel Max, um policial rodoviário, que vive em uma Austrália pós-apocalíptica e persegue uma gangue de violentos psicopatas em busca de vingança, pela morte da sua mulher e filho. Mad Max foi um grande sucesso do cinema e em 2015 foi lançado o último filme da série com o título Mad Max: Estrada da Fúria, no qual o ator Tom Hardy vive o papel de Max.

O Jogo

Em Mad Max você é o guerreiro das estradas, o lendário motorista que tenta levar um pouco de ordem ao caos que está o mundo, ou pelo menos ao seu mundo, já que não saímos da Austrália. Logo no início do jogo você é atacado pela gangue do Scrotus e perde seu icônico carro o V8 Interceptor, seu cão é ferido e você abandonado pra morrer no Deserto.

Por sorte você é encontrado por Chumbucket, um mecânico capaz de construir e melhorar qualquer carro com peças recuperadas no extenso território do jogo, ele trata de você e do seu cão, prometendo ajuda para se vingar de quem roubou seu carro. A partir daí você começa a explorar os territórios do jogo, encontrando aliados que moram em fortes, capazes de garantir proteção e benefícios conforme são feitas melhorias em projetos, o que fornece, munição, sucatas (o “dinheiro” do jogo), água e combustível.

Seu personagem, também vai melhorando suas capacidades ao trocar tokens com Griffa, um sábio do deserto ou simplesmente liberando upgrades ao realizar missões e enfrentando inimigos. Você pode usar vários acessórios para melhorar seu combate e aparência e também modificar suas habilidades básicas, capacidade de cura, aumentar sua barra de vida, diminuir o consume de combustível entre outros.

Como vários outros jogos de mundo aberto, a ideia principal é tomar terreno inimigo, dizimar as ameaças em cada área e derrotar os chefões que comandam cada território. O combate corpo a corpo lembra muito a mecânica de Batman, porém com pequenas diferenças. Já os combates motorizados são divertidos, mas acabam ficando desequilibrados quando você tem todos os upgrades do seu carro.

Gostei bastante da história do jogo, mesmo com um final não muito feliz, ela se desenvolve bem e faz com que você queira chegar no fim do jogo. Os colecionáveis do jogo já são o outro lado da moeda, tem muito colecionável no jogo e tem conquista para quem pegar todos, por falar em conquista não é muito difícil fazer todas elas, mas é demorado e com certeza repetitivas em demasia, como a de destruir um carro inimigo com cada um dos arcanjos, um projeto de carro que pode ser construído a medida que você desbloqueia vários itens na garagem, como pneus, proteção lateral, motor, escapamento e outros, são mais de dez arcanjos, o que me deixou longe de tentar essa conquista depois de jogar toda a história.

O Game Pass

Vocês podem estar se perguntando o motivo de ter colocado o Game Pass no título desse post, mas foi justamente por ter assinado o Game Pass que comecei a jogar o Mad Max. Aliás foi pelo Mad Max que assinei o serviço da Live, que está sendo comparado ao Netflix. Eu ainda não tinha jogado o Mad Max, e estava querendo comprar, mas fica sempre aquela pulga atrás da orelha, será que não vem no Games With Gold do mês que vem? Eu fiquei adiando e quando vi que Mad Max seria um dos jogos do lançamento do Game Pass, não tive dúvidas, assinei e joguei. Menos um bom jogo na pilha da vergonha!

 

 

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Eduardo “Sgt Rock 1967” Rocha é o idealizador do Nós Nerds! Técnico em informática e gamer inveterado e veterano.