Mulher Maravilha: Existe o Amor e Ele se Chama Gal Gadot


Demorou, mas finalmente consegui assistir o primeiro grande filme de uma super-heroína nos cinemas. A maior de todas, na verdade. Sim, não é exagero dizer que a Amazona é o equivalente do que o Superman representa para o público geral. Um espírito forte e que traz a esperança para o povo.

E nesses tempos em que a atual encarnação do Homem de Aço nos cinemas gera controvérsia e divide opiniões, emocionante perceber o quanto a princesa de Themyscira nos empolga e nos faz acreditar no bem do mundo.

O mérito aqui pode ser dividido em duas pessoas específicas: primeiramente a diretora Patty Jenkins (Monster), leitora e fã dos quadrinhos da personagem, que dirige uma produção comprometida com o respeito com a personagem.

A outra pessoa responsável pelo sucesso é a protagonista, Gal Gadot. Escalada para o papel sobre uma chuva de críticas negativas (em sua maioria, mais preocupadas com os atributos físicos da personagem do que com o desenvolvimento da mesma), ela acabou se tornando o grande destaque positivo do controverso Batman V Superman (2016) e, aos poucos, vai conquistando o público com seu carisma dentro e fora das telas. Sua química com o elenco (com destaque para Chris Pine no papel de Steve Trevor) é assombrosamente crível.

O roteiro escrito a três mãos (incluindo a de Zack Snyder) nos ajuda a compreender como a personagem evoluir de uma jovem princesa idealista para uma guerreira obstinada ao longo do filme. As cenas de combate, ao longo do filme, enchem os olhos e nos deixam admirados por ver o quanto Diana se entrega na luta em nome do bem maior.

Devo mencionar também como achei curiosa a semelhança do filme com Capitão América – O Primeiro Vingador (2011), mas prefiro que vocês assistam e tirem essa conclusão por conta própria.

A única coisa que realmente me incomodou neste filme foi o uso de computação gráfica em certos momentos, justamente por ficarem evidentes demais.

Mas no geral, o saldo é totalmente positivo. Agora, o futuro da DC Comics no cinema depende agora dos resultados de Liga da Justiça, atualmente passando por refilmagens.

Mas confesso, se teve uma coisa que esse filme me proporcionou hoje, foi ter esperança com relação ao futuro.

 

 

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Sérgio “Mentorbreak” Fiore é revisor do Nós Nerds, porém não deixou sua paixão por blog e não conseguiu ficar longe das postagens.