Diablo II Resurrected – Gameplay – Partes 1 e 2
O jogo envelheceu bem — se é que podemos chamar 26 anos de “envelhecer”. As mecânicas não estão tão ajustadas como as de hoje em dia. Um jogador com perfil de “lixeiro” vai passar um bom sufoco com um inventário tão reduzido e com o limite de retorno à base, regido por pergaminhos de teleporte.
Alguns itens coletados ainda são ocultos, exigindo uma revelação para conhecer todos os seus atributos e só então decidir se vale a pena equipá-los.
Apesar dessas diferenças entre os 26 anos de franquia, que podem causar certa estranheza, gostei do jogo. Logo no início escolhi um poder do Bruxo que me permite conjurar um demônio, que batizei carinhosamente de Cão. Mais adiante, já no meio do segundo vídeo, recebi uma mercenária como parceira da líder dos Renegados.
É interessante ver o Santuário ainda com dois senhores e com um mal maior tentando revidar após sua primeira derrota para um humano. Mas nada em Diablo II é permanente — nem a Paz, nem a Guerra. Tudo agora gira em torno de dominar o Santuário e varrer a humanidade para o posto de escravos do inferno, e cabe a você evitar que o mal vença.
Joguei no Xbox Series S.
