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Diablo II Resurrected – Gameplay – Partes 1 e 2

Diablo II Resurrected – Gameplay – Partes 1 e 2
Quando Diablo II foi originalmente lançado, eu estava com um pensamento fixo na minha cabeça: me mudar do Rio de Janeiro para Belém. Não estava jogando tanto e nem sentindo falta; queria resolver essa parte da minha vida. Quando Diablo IV saiu, decidi dar uma chance à franquia e gostei muito. Por isso, agradeço à Blizzard pela cópia da edição Infernal Edition, que traz o jogo e a DLC Reign of the Warlock.
Essa DLC expande o jogo e trouxe consigo uma nova classe: Bruxo, que também estará presente na nova expansão de Diablo IV. Decidi conhecer o jogo já com essa classe e partir para explorar o Santuário dos anos 2000. E o impacto foi pesado.

O jogo envelheceu bem — se é que podemos chamar 26 anos de “envelhecer”. As mecânicas não estão tão ajustadas como as de hoje em dia. Um jogador com perfil de “lixeiro” vai passar um bom sufoco com um inventário tão reduzido e com o limite de retorno à base, regido por pergaminhos de teleporte.

Ao mesmo tempo, você não tem um mapa amplo e visualizável por inteiro, o que torna a navegação estratégica bastante restrita. Não é possível traçar um caminho escolhendo o mais longo ou o mais curto, pois não há como saber se eles existem.

Alguns itens coletados ainda são ocultos, exigindo uma revelação para conhecer todos os seus atributos e só então decidir se vale a pena equipá-los.

Apesar dessas diferenças entre os 26 anos de franquia, que podem causar certa estranheza, gostei do jogo. Logo no início escolhi um poder do Bruxo que me permite conjurar um demônio, que batizei carinhosamente de Cão. Mais adiante, já no meio do segundo vídeo, recebi uma mercenária como parceira da líder dos Renegados.

É interessante ver o Santuário ainda com dois senhores e com um mal maior tentando revidar após sua primeira derrota para um humano. Mas nada em Diablo II é permanente — nem a Paz, nem a Guerra. Tudo agora gira em torno de dominar o Santuário e varrer a humanidade para o posto de escravos do inferno, e cabe a você evitar que o mal vença.

Joguei no Xbox Series S.

Sgt Rock 1967

Eduardo "Sgt Rock 1967" Rocha é o idealizador do Nós Nerds! Técnico em informática e gamer inveterado e veterano.